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Colega de trabalho

Desde que terminei a faculdade não encontro com quase ninguém da minha turma. Mantenho mais contato com minhas amigas, uma porque trabalhamos juntos e as outras duas por sermos um quarteto bem unido e que decidimos que iriamos nos encontrar pelo menos uma vez no mês para mantermos a nossa amizade mais próxima. Há duas semanas estavam fazendo entrevistas aqui no hotel e acabou que o André foi contrato. Nós fomos da mesma turma da faculdade, não erámos muito próximos mas acabamos fazendo alguns trabalhos juntos. Eu sempre achei ele muito atraente. Ele é alto, tem cabelo escuro e olhos azuis, não é musculoso mas é forte. Na época da faculdade nos esbarrávamos muitas vezes nos jogos, eu não perdia uma oportunidade de ver aqueles meninos maravilhosos suados correndo na quadra, sempre ia para os jogos universitários e curtia bastante as integrações com os alunos das outras faculdades. 
Mesmo com todos aqueles caras, eu sempre sentia algo diferente quando via o André jogando, talvez pelas trocas de olhares que aconteciam entre nós dois enquanto ele estava no aquecimento, ou pelos sorrisos que ele dava pra mim quando fazia pontos durante as partidas, ou pior quando ele sorria e piscava pra mim quando parabenizávamos pela vitória. Mesmo com todas essas situações nunca rolou nada entre a gente, ele não chegava em mim diretamente, nem eu nele. 
Agora, 6 meses desde que nos formamos, estamos nos encontrando no trabalho. Ele foi apresentado para toda a equipe na segunda e apenas trocamos olhares e sorrisos, assim como na faculdade. 
Hoje é St Patrick's Day e estava conversando com a Babi sobre sairmos depois do trabalho para irmos em um bar irlandês que têm aqui perto.
- Mas amiga, eu nem trouxe nada verde pra usar
- Não tem problema, eu trouxe pra nós duas. 
- Você tava planejando isso e não me disse? Por quê?
- Não tava planejando. Eu trouxe duas blusas porque não sabia qual usar, te empresto uma. 
- Entendi. Vamos, preciso me divertir, essa semana tá sendo horrível.
- Não me fala, tô exausta.
Quando estava indo para o vestiário trocar de roupa pra começar o expediente, encontrei com o André saindo do vestiário masculino.
- Oi Flávia
- Oi André. E ai, já tá acostumando?
- Sim, o pessoal é bem legal, não tô tão perdido quanto achei que ficaria.
- Que bom, o pessoal aqui é bem legal mesmo.
- Sim
Ele sorriu pra mim e ficou me encarando.
- Bom, vou trocar de roupa se não me atraso.
- Claro. A gente se vê.
Assenti e entrei no vestiário e quase caí em cima da Babi.
- Garota!
- Eu só estava ouvindo vocês
- Claro que tava
- Então...
- O quê? Você ouviu, a gente só se falou, normal.
- Não sei como você não ficou com ele ainda. 
- Porque ele nunca demonstrou que queria
Continuamos conversando sobre ele enquanto nos trocávamos.
- Por que você não chama ele pra sair com a gente hoje?
- Porque só vai nós duas, seria nada a ver
- Então vamos chamar mais gente
- Você que sabe. Agora eu já vou, não quero que venham reclamar que me atrasei, ainda mais que amanhã eu folgo.
- Eu também vou folgar amanhã
- Então vamos aproveitar hoje
Fui pro meu setor e teve muito trabalho o dia todo. Faltando meia hora pro meu turno acabar foi quando ficou mais tranquilo e aproveitei para mandar mensagem pra Babi
- miga, como tá? vou descer daqui a pouco - eu
- aqui foi tranquilo hj, já tô indo trocar de roupa - Babi
- tá, vou tentar descer logo - eu
Esperei mais uns 20 minutos e não surgiu nenhuma demanda, encerrei meu login e desci. Encontrei de novo o André quando eu estava entrando no vestiário.
- Achei que você já estava pronta.
- Ué, como assim?
- A Babi falou comigo que vamos sair hoje.
- Ah, ela te convidou
- Sim, disse que vai ser bom pra conhecer o pessoal
- Verdade, vou lá me arrumar
- Beleza, vou esperar aqui
- Tá bom 
Entrei no vestiário e fui direto pro meu armário, peguei minha roupa e coloquei uma saia preta, um cropped verde e meu tênis branco.
- Oi amiga. Você tá linda!
- Obrigada. Aqui a outra blusa - Entreguei um outro cropped verde que eu tinha trago
- Amei! Vou vestir.
Arrumei meu cabelo e a Babi voltou.
- Tá linda também.
- Obrigada!
Pegamos nossas bolsas e saímos do vestiário, encontramos o André e o Felipe na porta e fomos pro barzinho.
Chegando lá logo conseguimos uma mesa e já sentamos os quatro, e o André ficou do meu lado. A Babi estava conversando muito com o Felipe, os dois flertando descaradamente e eu e o André meio de lado só olhando um pro outro, eu estava um pouco nervosa porque não sabia o que poderia acontecer. Mesmo assim pedi meus drinks favoritos e depois do quarto, eu já estava puxando assunto e rindo de qualquer coisa que ele falava. A Babi e o Felipe acabaram indo pra um canto do bar que estava mais vazio e eu fiquei na mesa com o André.
- Você ia em todos os jogos da nossa atlética né?
- Sim. Tentei aproveitar ao máximo a faculdade.
- Eu também, por isso jogava.
- Era muito bom. Agora praticamente só venho trabalhar e saio de vez em quando com as meninas. Você tem visto o resto do pessoal?
- Sim, sempre rola futebol ou churrasco na casa de alguém.
- Ah legal, é bom manter a relação.
- Sim, mas gostei de encontrar você.
- Como assim?
- Depois da faculdade. A gente nunca conversou muito
- É verdade, só com os trabalhos.
- Sim e não sei porque até hoje a gente não se conheceu melhor
- Tudo acontece quando tem que ser
- Você acredita mesmo nisso?
- Ué, claro
- Então acha que se tivesse rolado algo entre a gente antes, não seria bom?
- Não é isso, mas nunca aconteceu. Então considero que não era o momento
- E agora é? 
- Talvez.
O André passou a mão na minha perna, chegando próximo a barra da minha saia e segurou forte, com a outra mão segurou na minha nuca e me puxou pra um beijo. O beijo dele era molhado e com muito desejo, meu corpo estremessou e parecia que aquilo era o que eu sempre quis. Nosso beijo encaixou de um jeito que perdi a noção do tempo e tudo que importava era que ele continuasse ali, me beijando. Ele foi subindo mais a mão que estava na minha perna e eu já sentia que estava molhada, queria que ele não notasse a facilidade com que me deixou assim, mas tarde de mais. Ele passou a mão por cima da calcinha, me provocando, massageando meu clitóris e contraí as pernas contra sua mão, ele deu um sorriso e mordeu meu lábio inferior. 
- Acho melhor pedir a conta e ir lá pra casa.
Concordei com a cabeça e ele pediu a conta, a Babi e o Felipe não tinha voltando, enviei uma mensagem avisando que já estava indo embora.
Miga, tô indo pra casa do André. Dps mando notícias 😘 - eu
Assim que ele terminou de pagar saímos pra pegar um Uber, não demorou muito e logo fomos pra casa dele. Ele me disse que morava com dois amigos em um apartamento, mas que lá era super de boa, com tudo dividido e eles não tinham problemas com visitas.
Chegamos no prédio dele uns 20 minutos depois. Dentro do elevador ele sussurrou no meu ouvido
- Quero seu corpo no meu a noite toda. 
E apertou a minha bunda, colocando a boca na minha e só parou quando o elevador apitou. Entramos no apartamento e os amigos dele estavam na sala jogando. 
- E aí.
Eles olharam pra trás e eu reconheci o Victor. Ele também estudou com a gente e já fizemos muitos trabalhos juntos. O outro cara eu não fazia ideia de quem era.
- Flávia, esses são Caio e o Victor, mas ele você conhece né?
- Sim. Oi, boa noite meninos.
Eles responderem juntos
- Boa noite. - E sorriram pro André.
Ele segurou na minha mão me levando pra onde imaginei ser o quarto e respondeu aos meninos.
- A gente se vê.
Entramos no quarto, ele acendeu a luz e trancou a porta.
- Onde a gente parou, linda?
Andei na direção dele e segurei no pescoço, trazendo o rosto dele na minha direção, nos beijamos e ele voltou com a mão pra minha bunda. Subiu minha saia e me apertou forte, segurou na minha calcinha e puxou fazendo com que entrasse na minha bunda, eu gemi e ele sorriu de novo.
- Tá gostoso?
- Sim
Ele passou a língua pelo meu pescoço, chegando perto dos meus seios e passou a ponta dos dedos nos meus mamilos que estavam salientes. Eu olhei pra ele e puxei seu rosto pra cima. Ele parou e olhou pra mim, eu empurrei ele em direção a cama e ele caiu de costas. Ajoelhei na cama e fui abrindo sua calça, ele levantou o quandril pra que eu pudesse tirar. Tirei sua cueca junto e o pau dele saltou na cara, não era tão grande, mas era bem grosso, com as veias salientes e eu só conseguia pensar em como queria ele dentro de mim. Só percebi que estava encarando quando ele falou comigo
- Tá tudo bem? 
Olhei pra ele, sorri e disse que sim. Ele sorriu de volta.
- Fica a vontade então.
- Estou - eu sorri e passei a língua na ponta e desci até a base, massageando as bolas devagar. Senti que ele estava ficando melado e resolvi pôr de uma vez na boca. Coloquei até encostar no fundo da minha garganta e tirei, olhei e ele tava todo babado, escorrendo, então fiz de novo algumas vezes, ao mesmo tempo em que massageava as bolas também molhadas. Ele passou a mão no meu cabelo que começou a cair no meu rosto, empurrando pra trás.
- Olha pra mim, linda.
Eu obedeci e ele ficou com os olhos colados no meu. 
- Esse é o melhor boquete da minha vida, continua que quero gozar na sua boca.
Eu acenti e aumentei o ritmo, enfiando tudo na minha boca e passando a língua ao mesmo tempo. Ele segurou minha cabeça por alguns segundos quando estava todo dentro e gozou, já soltando meu rosto. Senti aquele jato quente e engoli tudo. Aproveitei pra tirar a camisa dele e fui passando a língua por toda a sua barriga até a boca e demos um beijo demorado, nossas línguas se cruzando e ele me chupando. 
- Quero retribuir esse carinho, mas quero te ver inteira.
Eu levantei meus braços e sorri, ele entendeu e tirou minha blusa e como estava sem sutiã, eles logo ficaram livres. Ele jogou minha blusa pro lado e já foi passando a mão e apertando meus peitos. Ele tava olhando pra eles e eu ouvi quando falou baixinho "foda-se" antes de enfiar um deles todo na boca, chupando e mordendo o mamilo, me fazendo ficar mais molhada. Aquilo era tão sexy. O jeito como ele fazia e olhava com tanto tesão, me deixava ainda mais ansiosa pro que estava por vir. Ele alternou entre os peitos e até deu uns chupões perto dos mamilos.
Ele me pediu pra trocarmos de posição e ficou por cima de mim, dessa vez eu levantei o quadril pra que ele tirasse minha calcinha e saia. Ele logo abaixou o rosto, abriu minhas pernas e enfiou a cara no meio delas, passando a língua do clitóris até a entrada da minha buceta. Eu estava com muito tesão e ele percebeu que eu queria mais, então ele colocou dois dedos em mim ao mesmo tempo que chupava e lambia meu clitóris sem parar, com movimentos circulares e fortes. Eu queria mais então pedi pra colocar outro dedo, ele mordiscou minha coxa, enfiou mais um e voltou a chupar. Ele enfiava e mexia os dedos lá dentro e eu já sabia que estava perto de gozar, segurei forte no cabelo dele e me entreguei ao prazer. Ele segurou uma das minha pernas, para que continuasse aberta, e foi metendo mais rápido. Parou de me chupar e falou comigo.
- Goza nos meus dedos agora, gata. Quero provar seu gosto. Você é tão gostosa. - ele chupou meu peito e colocou quatro dedos, mexeu mais um pouco e eu gozei.
Ele abaixou pra chupar minha buceta e eu não parava de tremer. Ele parou de chupar e veio me beijar.
- Gostou?
- Precisa responder? - sorri e passei a mão no cabelo dele.
- Ah, é sempre bom ouvir
- Gostei.
- Que bom - ele me beijou de novo.
Senti quando seu pau ficou duro de novo e escostou na minha buceta.
Afastei ele um pouco e pedi pra ele por a camisinha. Ele levantou pra colocar e voltou ficando em cima de mim de novo. Voltamos ao beijo com o quadril dele um pouco levantando, então eu passei a mão pelo seu pau e coloquei na direção certa, ele só desceu e entrou em mim. Mexeu o quadril se sentindo a vontade, e começou a estocar forte e rápido, um ritmo maravilhoso que me fez gemer alto e esquecer de que não estávamos sozinhos em casa. Ele apoiou as mãos nas laterais do meu corpo e continuo metendo em mim, o barulho que fazia era tão gostoso que só me deixava mais molhada, o que fazia o barulho aumentar. Ele disse que estava quase gozando e mudamos de posição. Dessa vez fiquei por cima, mas de costas pra ele. Sentei devagar, sentindo ele me preenchendo. Ele segurou meu cabelo, eu apoiei minhas mãos na cintura dele e comecei a subir e descer mais rápido, rebolando, sentindo todo dentro de mim. Por fim ele soltou meu cabelo e eu me enclinei em direção aos pés dele, fazendo com que minha bunda ficasse empinada, virada pra ele. Ele segurou forte na minha cintura e a dar tapas na minha bunda, muito forte e fazendo muito barulho, eu tinha certeza de que estavam ouvindo da sala e que amanhã eu provavelmente estaria toda roxa.
- Vai gostosa, rebola pra mim
Eu aumentei o ritmo e estava quase gozando quando ele passou o dedo no meu cuzinho. Eu gemi, jogando o pescoço pra trás.
- Você gosta?
- Gosto
Ele molhou o dedo e voltou a massagear a entrada do meu cuzinho e foi aos pouco colocando o dedo, eu tava gemendo tanto, sentir o pau dele na minha buceta e o dedo atrás estava bom demais. Eu gozei com ele me dedando e ganhei mais tapas na bunda. 
- Vira pra mim que agora é minha vez, gata.
Ele foi pra beirada da cama, me pediu pra sentar nele assim. Então sentei no pau dele e passei minhas pernas na sua cintura e rebolei. Ele segurou meu rosto e me beijou. Eu mexia o quadril rebolando pra frente e pra trás sentindo ele duro e contraindo dentro de mim. Ele recostou sobre os cotovelos pra trás, e eu rebolei mais, subindo e descendo, fazendo barulho toda vez que ia até embaixo. Ele segurou forte de novo na minha cintura, eu aumentei o ritmo, ele me beijou, segurando forte na minha cintura e nuca e gozou em mim. Ficamos um tempo junto assim, até que ele relaxou e olhou pra mim.
- Gostei.
- Eu também - sorri e ele me beijou.
- Quer dormir aqui?
- Acho melhor não, mas aceito um banho.
- Tem certeza? Não vai ficar tarde?
- Tenho, não tá tarde.
- Ok, linda. 
Ele deu um tapinha na minha bunda e eu levantei. Ele jogou a camisinha na lixeira perto da cama e levantou pegando uma toalha no armário. O quarto dele era uma suíte, então não precisamos sair pra tomar banho. Ele me entregou a toalha, sorriu e arqueou as sobrancelhas
- Você quer companhia?
- Quero sim. - andei em sua direção e o beijei, passando a língua devagar nos lábios dele.
- Acho que vou querer outro boquete antes de você ir
- Mas a gente estava negociando? 
- E precisa? Eu sei que você adorou me chupar
- Você também adorou me chupar e principalmente bater na minha bunda, nem por isso estou pedindo mais antes de ir
- Isso porque você está com vergonha, mas não tem problema, Flávia, eu faço com muito prazer.
Ele passou a mão na minha buceta
- Ficou molhada com isso né, sua safada?
- Muito
Ele me pegou no colo e fomos pro banheiro, me colocou sentada em cima da bancada, abriu minha pernas e ajoelhou pra me chupar, coloquei as pernas nos ombros dele, dando melhor abertura. Ele enfiou três dedos logo de uma vez, e entrou tão fácil que ele logo colocou os quatro.
- Desse jeito foi precisar colocar mais coisa.
Eu gemi concordando.
- Me diz o que você quer
Só consegui responder "você"
Ele vestiu outra camisinha, me puxou da bancada e me virou de costas, colocou meu rosto virado pro espelho.
- Quero que fique olhando por ele, olhando pra mim. 
Eu concordei e ele enfiou, mordi meu lábio com a força e ele manteve o ritmo, rápido e cadenciado, entrando e saindo rápido, o barulho do atrito do pau na buceta molhada, só aumentava. 
- Gostosa - e me deu um tapa na bunda.
Eu gemi
- Quanto mais você gemer, mais eu vou bater. Eu sei que você gosta. - deu outro tapa e eu gemi mais alto.
Ele me puxou um pouco pra cima, segurando pelo meu pescoço. Passou a mão pra frente tocando meu clitóris e metendo na minha buceta.
- Tão quentinha, melhor só quando goza pra mim.
Ele continuou o mesmo ritmo e eu gozei de novo. Ele lambeu os dedos, tirou a camisinha e entramos no chuveiro pra tomar banho. Realmente só tomamos banho no chuveiro e trocamos alguns carinhos. Saímos do banho, eu vesti minha roupa, ele colocou um short e fomos pra cozinha. Os meninos ainda estavam jogando quando passamos pela sala. Bebi a água e fomos pra sala, fui pegar meu celular na bolsa e percebi que não estava.
- Meu celular não tá aqui, vou olhar se ficou no quarto.
- Tá bom, vai lá.
Fui pro quarto e estava caído no chão, perto de onde deixei a bolsa. Quando eu estava chegando na sala pelo corredor, ouvi que os meninos estavam falando algo e fui andando devagar pra não fazer barulho e ouvir.
- Cara, vocês fizeram muito barulho, até fiquei com vontade de participar.
- Não fala besteira, Caio.
- Tipo, se ela quiser algo com mais pessoas, me chama. Ela é muito gata.
- Se ela comentar algo aviso a vocês.
Fiz um barulho pra mostrar que estava chegando.
- Achei, vou pedir o Uber.
- Leva ela cara, eu te empresto o carro
- Tem certeza, mano?
- Claro.
O Victor jogou a chave do carro pro André e eu sorri.
- Vou só pegar uma camiseta então.
- Ok.
Ele voltou rapidinho, me despedi dos meninos e fomos pra garagem.
- Amanhã você trabalha?
- Não, é minha folga.
- Então só vou te ver domingo?
- No trabalho sim
- Gostei disso - ele me beijou, dessa vez devagar, mas não com menos desejo.
Chegamos na garagem, entramos no carro e fomos pra minha casa. Continuamos conversando sobre o trabalho, e o que ele estava achando e cheguei rapidinho, não morávamos muito longe um do outro. Nos despedimos com um beijo longo.
- Quando chegar me avisa.
- Pode deixar.
Entrei em casa e fui olhar meu celular, a Babi tinha respondido
Gosto assim, dps me conta TD. Tbm to indo pra casa do Felipe - Babi
Oi amiga, tô em casa. Amanhã vamos almoçar e conversamos, te amo 😘 - eu
Troquei de roupa, escovei os dedos e fui deitar, ainda antes de cair no sono o André mandou mensagem 
Cheguei, linda - André
Que bom! ❤️ - eu
Não consigo parar de pensar em você - André
É só pq eu acabei de sair daí, amanhã vc nem lembra - eu
O que te faz pensar isso? - André
Eu falei sério sobre o melhor boquete, e não esquece q vc n fez antes de ir embora - André
Poxa, acho q vamos ter q sair de novo 🥵 - eu
Agora eu entendi seu jogo, safada. - André
Melhor assim - eu
Te mando msg amanhã - André
Ok, bjs - eu
Bjs, linda - André
Dormi assim que li a mensagem e acordei no outro dia com o despertador. Acordei, fiz minhas coisas de casa e marquei com a Babi 13h pra almoçar. Nos encontramos no metrô e fomos juntas pro restaurante. Falamos sobre a noite e o que eu ouvi o Caio falando.
- Mas amiga, você faria?
- Com ele? Não sei, mas acho que seria uma experiência legal
- Você vai tocar no assunto?
- Ainda não, primeiro quero saber como vai ser quando estivermos no trabalho e se vamos sair de novo.
- Aposto que vão sair de novo.
Terminamos de almoçar e eu fui pra casa, o resto do dia passou rápido e logo estava dormindo de novo pra ir trabalhar. O André tinha mandando algumas mensagens durante o dia, comentando sobre o dia no trabalho hoje e a última dizendo que estava ansiosa pra me ver amanhã.
Acordei no horário de sempre pra ir trabalhar e quando estava entrando no vestiário, o André me cercou na porta. 
- Você sabe que a gente não pode ficar aqui né?
- Sei, linda. Mas tava com saudades. 
Ele me deu um selinho e um beijo na testa.
- Até o almoço. - disse sorrindo.
Entrei no vestiário sorrindo e fui pro meu armário, quando eu abri tinha uma embalagem de presente com um bilhete que dizia: "quero você usando isso hoje a noite". Abri a embalagem e era uma calcinha preta de renda, com a parte de trás bem fio dental. Guardei a embalagem e me arrumei pro trabalho. Quando o dia finalmente acabou, troquei de roupa, vestindo o meu presente e um vestido, que não precisava de sutiã. Saí e o André estava no corredor falando com o Felipe. 
- Oi meninos.
- Oi, Flávia. - o Felipe respondeu
- Oi, linda.
- Pra onde vamos hoje?
- Vocês eu não sei, mas eu vou sair com a Babi.
- Nós dois vamos lá pra casa.
- Vamos?
- Vamos! Tchau, Felipe. Manda um beijo pra Babi.
Sorri e fomos embora, pegamos uber de novo e dessa vez ainda no elevador o André passou a mão por dentro do meu vestido.
- Sabia que ia vestir ela pra mim
- Era muito bonita pra recusar.
- Claro, só por isso - dando um sorriso safado
Saímos do elevador e entramos direto, nem falamos com os meninos. Dentro do quarto ele colocou pra tocar uma música.
- Dessa vez eu vou tomar um banho primeiro, você quer ir também?
- Não, tô bem assim.
Ele foi pro banheiro e eu aproveitei pra ficar só de calcinha pra fazer uma surpresa. Mexi nas luzes do quarto e fiquei deitada de bruços, ouvi a porta do banheiro abrindo e logo fechando.
- Isso é muita maldade.
Ele passou a mão dos meus pés até a bunda e apertou, segurou na calcinha e puxou
- Parece que tá sem nada, gostosa
- Achei que era a intenção, com essa calcinha minúscula.
- Hoje a gente só vai parar quando baterem nessa porta reclamando do barulho.
- Fizemos muito barulho da outra vez?
- O suficiente pra ouvirem
- Entendi e você achou ruim?
- Saberem que a gente tava fodendo? Nem um pouco, linda.
- Então não tem problema se reclamarem.
- Se por você tudo bem...
Nos beijamos e sentei no colo dele, já sabia que a noite iria ser longa e então começamos a foder.




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